Marcha Pela Família Em Cabo Frio 2013

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Dia 4 de Maio na Praia do Forte Cabo Frio vai tremer!

Marcha Pela Família – Família: Um Projeto de Deus

Saída do Bairro Algodoal na Av. Litorânea as 15h.

Concentração na Av. do Contorno – Praia do Forte próximo ao Hotel Malibu.

Participações: Ministério Nívea Soares, Bandas Locais e Pr. Marcelo Jamal.

Realização: Conselho de Pastores de Cabo Frio.

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O Papel da Igreja no Cenário Político

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” e não sejais cúmplices das obras infrutíferas das trevas; antes, porém, reprovai-as ” Ef 5.11

Mentiras, corrupções, injustiças, hipocrisias,  maldades… São alguns dos ingredientes que fazem parte do cardápio político brasileiro. Todas essas coisas parecem não ter fim, enquanto assistimos a tudo inertes sem fazer absolutamente nada para evitar ou acabar com toda esta tragédia.

Todavia, a palavra de Deus revela-nos um lado que muitas vezes não queremos ver ou admitir: O Senhor considera todos os envolvidos responsáveis (Isaías 9.16,17). Isto quer dizer que perante Deus tanto os que lideram quanto os liderados tem suas responsabilidades, principalmente aqueles que fazem parte do povo de Deus.

Nunca se fez tão importante o papel político da igreja como nesses dias. Não podemos nos calar diante de tanta injustiça de um lado e omissão do outro. A igreja precisa assumir uma postura profética, semelhante a de Jeremias, que falou tanto internamente (Israel), quanto externamente (nações incrédulas). Precisamos levantar-nos nesta geração e dizer aquilo que o Espírito Santo tem falado através das Escrituras. Creio que Deus em breve julgará toda essa sujeira que cobre nosso País.

Diante do estado caótico que nosso país vivencia, não podemos ser omissos.

Não se conforme com o “Voto Nulo”, mas faça uso do mandamento apostólico: “E não sejais cúmplices nas obras infrutíferas das trevas; antes, porém reprovai-as”. Ef 5:11

Não venda seu voto. Não eleja quem não vai lhe representar dignamente. Não se conforme com a presente situação deste país.

Talvez você diga que “não sabe em quem votar” porém, uma coisa você precisa saber: Em que você NÃO DEVE votar. Faça pelo menos uma lista de quem você sabe que não deve receber seu voto, principalmente aqueles que do seu conhecimento estejam comprometidos com a corrupção.

Eu e você, discípulos do Senhor, sabemos que a solução para o nosso Brasil encontra-se no Senhor Jesus Cristo. “Feliz a nação cujo Deus é o Senhor…” (Salmo 33:12a). Porém, precisamos saber que Deus reprova os guias que desorientam o povo, mas também não se agrada do povo que se permite ser induzido ao erro. Líderes corruptos e liderados omissos, tanto um quanto estão “na mira” do Senhor dos Exércitos.

Extraído do Boletim Informativo do Projeto Ide.

No amor de Jesus,

Pedro Quintanilha ><>

Unidade: Pilar do Avivamento

unidade, pilar do avivamento. “Não rogo somente por estes, mas também por aqueles que vierem a crer em mim, por intermédio da sua palavra; a fim de que todos sejam um; e que como és tu, ó Pai, em mim e eu em ti, também  sejam eles em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste. Eu lhes tenho transmitido a glória que me tens dado, para que sejam um, como nós somos; eu neles, e tu em mim a fim de que sejam aperfeiçoados na unidade, para que o mundo conheça que tu me enviaste e os amaste, como também amaste a mim.”(Jo 17; 20-23)

Não existe nenhuma oração que o Filho tenha feito que o Pai não respondesse. Isso nos dá esperança de alcançar a tão sonhada unidade. Sonhada por muitos, esperada por alguns, buscada por poucos.

Uma das funções deste organismo corporativo chamado igreja é demonstrar o amor de Deus na terra. Uma das condições que vemos nas escrituras, mais especificamente nesse texto acima é que a unidade é um fator decisivo para que o mundo creia que o Pai enviou Jesus. Nessa oração Jesus orou por mim e por você, isso mesmo você que está lendo esse texto, Jesus orou ao Pai por nós e nessa oração ele clama por unidade, mas o que é de fato unidade?

Para entender o que alguma coisa é às vezes é mais fácil vermos primeiro o que não é.

Muitas pessoas juntas em um lugar não configura unidade. Pessoas falando da mesma forma e agindo da mesma forma também não configura unidade ou seja Podemos estar juntos e não sermos um, podemos até falar que somos um e não ser.

Unidade fala muito do nosso coração e a partir desse coração somos atraídos e aproximados naturalmente.

Deus não vê como o homem vê, ele consegue enxergar nossas particularidades e individualidades mais do que qualquer um, porém quando Deus o Pai olha para uma cidade ele vê uma igreja. As divisões e barreiras denominacionais encontram-se em nossos corações. Deus deseja que caminhemos como igreja, unida a ele no espírito e na prática que caminhemos juntos em prol de uma revolução de amor em nossas cidades.

A igreja não está restrita a quatro paredes de um lugar de reunião, mas assim como diz as escrituras ela avança e as portas do inferno não podem prevalecer contra a igreja (Mt16.18). Porta fala de defesa, ou seja, a igreja avança caminha pela cidade espalhando o amor de Cristo e sendo um instrumento para redimir, resgatar pessoas da condição de morto para vida.

Isso nos leva a refletir: Será que estamos vivendo de acordo com a oração de Jesus?  Será que nós não podemos ser a resposta a essa oração?

A unidade é um pilar é uma coluna que sustenta o avivamento. Muito se fala de avivamento, porém muito do que vemos é barulho e propaganda com pouca ou quase nenhuma transformação efetiva.

Quando penso avivamento penso em pessoas juntas por um propósito gerando uma influência efetiva nas condições sociais e morais da sociedade. Assim como Samuel meu pastor sempre fala “Não existe avivamento sem arrependimento” e o arrependimento (mudança de mente que se reflete em uma mudança de atitude) é o fator chave tanto para unidade quanto para vivermos um verdadeiro avivamento. Podemos observar isso inclusive naqueles vídeos da série Transformações do George Otis Jr. Alguns exemplos como o que aconteceu na Colômbia no Quênia na Califórnia.

A partir disso passamos para uma parte mais prática. Como podemos então viver um verdadeiro avivamento e caminharmos em unidade como de fato uma igreja na cidade?

1-    Através de mobilizações de oração e adoração onde poderemos nos congregar como igreja na cidade e buscar ouvir Deus como corpo.

2-    Apoiando iniciativas do conselho de pastores da nossa cidade.

3-    Pastores e representantes da igreja sentarem juntos para discutir ações que dizem respeito às necessidades da cidade e assim verificar quais áreas necessitam de assistência social.

4-    Sermos comprometidos individualmente com a prática da leitura da bíblia, orações e obras de justiça social, atitudes de solidariedade.

5-    Proclamar o amor de Deus e o arrependimento com nosso exemplo de vida e não simplesmente com um discurso bonito

6-    Entender que não é por nossa força que vamos alcançar a unidade e o avivamento mas que esse é um desejo de Deus e nós precisamos simplesmente estar na posição correta.

Espero que esses pontos sirvam para nortear nossa busca pela unidade e avivamento e que não percamos a esperança de que Deus é o mais interessado em nos transformar do que nós mesmos. É desejo de ele ver homens e mulheres rendidos aos seus pés e acolhidos pelo seu amor. Deus deseja o melhor para todos nós e sem dúvida o melhor e viver uma vida eterna em Cristo essa é nossa esperança.

“Se nossa esperança se limita a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens.” 1 Co15.19 “…Cristo em vocês a esperança da Glória.”  Cl 1.27

Se gostou compartilhe. Comente sua opinião é importante. Vamos conversar..

 No amor de Jesus,

Pedro Quintanilha ><>

A Divisão dos não sectários

Este tema a cerca da divisão do corpo de Cristo é um tema que mexe muito comigo eu escrevi um pouco sobre isso contanto um pouquinho de uma expêriencia neste assunto acredito ter sido o primeiro texto do blog.  Estou postando este texto de Watchman Nee, grande irmão chinês, que trouxe e continua trazendo uma profunda edificação ao corpo de Cristo com seus ensinos, que venhamos a refletir e que possamos nos arrepender(metanóia) mudar nossas mentes e nosso caminho no que diz respeito a este tema. Pedro Quintanilha ><>

Alguns cristãos julgam que são superiores aos que dizem: “eu sou de Cefas”, ou “eu sou de Paulo”, ou “eu sou de Apolo”. Dizem “eu sou de Cristo”. Tais cristãos desprezam os outros como sectários e, por esse motivo, começam outra comunidade. Sua atitude é: “Vocês são sectários, eu não. Vocês são cultuadores de heróis, nós adoramos somente ao Senhor”.

Mas a Palavra de Deus não apenas condena os que dizem “eu sou de Cefas”, ou “eu sou de Paulo”, ou “eu sou de Apolo”. Ela denuncia de maneira muito definida e clara aqueles que dizem “eu sou de Cristo”. Não é errado considerar-se como pertencendo só a Cristo. É certo e essencial mesmo. Nem é errado repudiar todo cisma entre os filhos de Deus; é altamente recomendável. Deus não condena essa classe de cristãos por qualquer dessas duas coisas; ele os condena pelo próprio pecado que eles condenam nos demais – seu sectarismo.

Como protesto contra a divisão entre os filhos de Deus, muitos crentes procuram separar-se daqueles que estão divididos em organizações humanas, sem jamais imaginarem que eles mesmos são divisores!

A base que eles tomam para divisão pode ser mais plausível do que a de outros que dividem por causa de diferenças doutrinárias ou preferências pessoais por certos líderes, mas permanece o fato de que eles estão dividindo os filhos de Deus. Mesmo quando repudiam o cisma onde ele ocorra, eles são cismáticos.

Dizem: “eu sou de Cristo”. Querem dizer que os outros não são? É perfeitamente legítimo que diga “eu sou de Cristo”, se sua observação significa simplesmente a quem pertence; contudo, se significa “eu não sou sectário, estou numa posição muito diferente de vocês, sectários”, então ela está estabelecendo diferença entre você e os demais cristãos. A própria idéia de distinguir entre os filhos de Deus tem suas origens na natureza carnal do homem e é sectária.

Se considerarmos os outros cristãos como sectários, enquanto considerarmos a nós mesmos como não-sectários, estamos com isso fazendo distinção no meio do povo de Deus e, dessa forma, manifestando um espírito de divisão até no próprio ato de condenar divisão. Não importa que meio usamos para fazer distinção entre os membros da família de Deus – mesmo que seja com base no próprio Cristo, estamo-nos tornando culpados de cisma no Corpo.

Qual é, pois, a atitude certa? Toda exclusividade está errada. Toda inclusividade (dos verdadeiros filhos de Deus) está certa. As divisões denominacionais não são bíblicas e não devemos ser partidários delas; porém, se adotamos uma atitude de crítica e pensamos: “eles são denominacionais, eu sou indenominacional; eles pertencem a seitas, eu pertenço só a Cristo” – tal diferenciação é, definitivamente, sectária.

Sim, graças a Deus, eu sou de Cristo, mas a minha comunhão não é simplesmente com os que dizem “eu sou de Cristo”, porém com todos os que são de Cristo. Não devo me importar tanto com o que eles dizem, mas com o que são. Não indago se eles são denominacionais, sectários ou não-sectários. Só indago: São de Cristo? Sendo de Cristo, então são meus irmãos.

Nossa posição pessoal deve ser indenominacional, mas a base de nossa comunhão não é indenominacionalismo. Nós mesmos devemos ser não-sectários, mas não ousamos insistir no não-sectarismo como condição de comunhão. Nossa única base de comunhão é Cristo. Nossa comunhão deve ser com todos os crentes numa localidade, não meramente com todos os crentes não-sectários nessa localidade.

Eles podem estabelecer diferenças denominacionais, mas nós não devemos fazer exigências indenominacionais. Jamais devemos fazer diferença entre nós e eles, só porque eles fazem distinção entre si mesmos e os outros. Eles são filhos de Deus, e o fato de fazerem distinção entre si mesmos e outros filhos de Deus não os impede de ser filhos de Deus. O denominacionalismo ou sectarismo deles significa que são impostas severas limitações ao Senhor no que tange a seu propósito e mente em relação a eles, e isso significará que nunca irão além de certa medida de crescimento e plenitude espirituais. Bênçãos pode haver, mas plenitude do propósito divino, nunca.

Em todo o tempo, devemos manter uma atitude de inclusividade, não de exclusividade, para com os crentes que se encontram em diferentes igrejas denominacionais, pois eles, assim como nós, são filhos de Deus e vivem na mesma localidade; portanto, pertencem à mesma igreja que nós. Quando usamos o termo “nós” em relação aos filhos de Deus, precisamos incluir todos os filhos de Deus, não somente aqueles que congregam conosco. Se, quando nos referimos aos “nossos irmãos”, não incluirmos todos os filhos de Deus, mas somente aqueles que se reúnem regularmente conosco, então somos cismáticos.

Não desculpo o sectarismo e não creio que devamos defender diferenças sectárias entre uma igreja e outra, porém não nos compete induzir as pessoas a deixar sua congregação, ainda que seja sectária. Se nosso principal interesse é levar as pessoas a um real conhecimento do Senhor e ao poder de sua cruz, então elas se entregarão alegremente a ele e aprenderão a andar no Espírito, rejeitando as coisas da carne. Verificaremos não haver necessidade de acentuar a questão das denominações, porquanto o próprio Espírito as esclarecerá. Se um crente não aprendeu o caminho da cruz e a andar no Espírito, que adianta ele sair de uma determinada igreja? Levará consigo o sectarismo, que é inerente à carne, para onde for.

(Texto extraído do livro “A Vida Normal da Igreja Cristã”, Watchman Nee, Editora Cristã Unida, edição atualmente esgotada)

Veja também: https://reinoesacerdote.wordpress.com/2009/04/15/a-divisao-esta-no-coracao/

A divisão está no coração

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“Não rogo somente por estes, mas também por aqueles que vierem a crer em mim, por intermédio da sua palavra; a fim de que todos sejam um; e que como és tu, ó Pai, em mim e eu em ti, também  sejam eles em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste. Eu lhes tenho transmitido a glória que me tens dado, para que sejam um, como nós somos; eu neles, e tu em mim a fim de que sejam aperfeiçoados na unidade, para que o mundo conheça que tu me enviaste e os amaste, como também amaste a mim.”(Jo 17; 20-23)

 

Temos falado muito neste tempo acerca da unidade da igreja, sobre relacionamentos fortes que fazem à diferença, mas uma coisa tem me incomodado e tenho sentido do Senhor de compartilhar com os irmãos, através deste artigo algo que creio ser de edificação para nós, a igreja do Senhor Jesus nesta terra.

 

Quando fui confrontado pela a palavra do Reino em minha vida, comecei a criticar e ver com maus olhos o sistema denominacional. Creio que de certa forma isso foi algo natural pois quando recebemos uma palavra nova tendemos a recusar o que vivíamos anteriormente, mas como toda história tem seus dois lados, eu fui ver como que o lado adenominacional agia e notei uma semelhança muito grande com o modo de agir das denominações, mesmo com discurso sendo outro.

 

Congrego na Metodista Central em Cabo Frio, por crer na visão da Igreja local, da igreja que se reúne em Cabo Frio, comecei a buscar estar com outros irmãos, de outras denominações e com os adenominacionas chamados de igreja da cidade que possuem um discurso anti-denominacional. Um terceiro grupo que tem me abençoado muito e me ajudou a enxergar que existe um equilíbrio entre estas duas vertentes foi o Projeto Ide, pois são irmãos que a meu ver tem buscado este equilíbrio.

 

Onde é que você quer chegar com isso? Você me pergunta.

 

Quero chegar à raiz do problema da divisão, que está muito longe das denominações. A criação de denominações é somente a conseqüência do verdadeiro problema.

 

O denominacionalismo não está em prédios, placas, cartório ou em outro lugar, na verdade a divisão está no coração de cada um de nós, como já citei acima muitos de nós possuem discursos belos, fabulosos e cheio de conteúdo “espiritual” a cerca da união, mas de que adianta termos discursos belos, nos chamarmos de igreja da cidade e agirmos de forma divisiva com os outros irmãos, achando que onde nós congregamos é o único lugar certo, que nossa liderança é perfeita e que os que não caminham da mesma forma que nós estão fora da visão ou ainda não encontraram a verdade. Cristo é a verdade, aqueles que encontraram o Senhor Jesus Cristo encontraram a verdade independente de vertentes doutrinárias.

 

“Porque , assim como num só corpo temos muitos membros, mas nem todos os membros têm a mesma função, assim também nós, conquanto muitos somos um só corpo em Cristo e membros uns dos outros” (Rm 12.4,5)  

 

Como podemos dizer que cooperamos com a unidade da Igreja da cidade se muitas vezes falamos mal dos irmãos que estão nas denominações?

Como iremos marcar o mundo com o amor, se entre nós existe divisão?

Que amor é este que busca seus próprios interesses?

 

A divisão está DENTRO dos nossos CORAÇÕES!!!

 

Temos que dar uma basta nisso, pararmos de agir de forma divisiva.

 

“Porque assim como o corpo é um e tem muitos membros, e todos os membros, sendo muitos, constituem um só corpo, assim também com respeito a Cristo. Pois, em um só Espírito, todos nós fomos batizados em um corpo,quer judeus, quer gregos,quer escravos, quer livres. E a todos nós foi dado a beber de um só Espírito.” (1 Co. 12; 12,13)

 

 

Para mudarmos este quadro temos que:

 

Primeiro, reconhecer que Jesus Cristo é o Senhor da igreja, temos que nos submeter ao controle dele e deixarmos que ele nos guie através do seu Espírito e de sua Palavra.

 

“Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao pai senão por mim”(Jo 14;6)

 

Segundo, nos arrepender do nosso mau proceder, mudar o caminho, parar de falar mal dos irmãos sendo eles denominacionais ou adenominacionais. Arrependimento significa mudança de mente. Temos que mudar nossa mentalidade divisiva e deixar que o Senhor ganhe nosso coração moldando nossa mente segundo a Sua mente.

 

“E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente…”(Rm 12;2)

 

Terceiro, buscar um caminho de santidade, pois a santidade é ser um com o espírito de Jesus, se formos santos, estaremos cooperando com a unidade, esta é uma conseqüência da vida em santidade.

 

“Tendo, pois, ó amados, tais promessas, purifiquemo-nos de toda impureza, tanto na carne como do espírito, aperfeiçoando a nossa santidade no temor de Deus.” (2 Co 7; 1)

 

Creio que existem três formas de união, elas são a uniões do corpo da alma e do espírito, pois cremos em nossa existência tricotômica. Nós podemos promover a união do corpo (físico) estando juntos e nos relacionado, e também a da alma quando escolhemos ser um com nossa esposa, mas só o Senhor Jesus pode promover a união espiritual, que é a mais importante dentre as três formas de união existentes.

 

Espero que venhamos a praticar o que temos aprendido do Senhor, que venhamos a cooperar com a unidade do corpo de Cristo em nossas cidades, que sejamos um assim como o Senhor Jesus é um com o Pai.

Pedro Quintanilha ><>