Os Sintomas da Doença da Religião

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Texto do Kris Vallotton, traduzido por meu grande amigo e irmão Mateus Mainhard.

“Eu creio em viver uma vida radicalmente entregue a Deus, onde minha paixão é vivida na prática. Então, eu tenho lido a minha bíblia todos os dias por mais de 30 anos. Nos últmos 38 anos, eu não perdi mais de 20 cultos de domingo na igreja. Eu dou/oferto grande parte da minha renda. Eu amo passar tempo com Deus, orando e curtindo a Sua presença. (Eu faço essas coisas porque eu quero, e não porque alguém requer isso de mim.)

Já o espírito de religião, não, ele nunca está satisfeito. Se você ler um capítulo por dia,
“deveria” ter sido dois. Se você orar 15 minutos, “deveria” ter sido 1 hora. Se você jejuar por 3 dias, “deveria” ter sido por uma semana. Se você dá 10% da sua renda, “deveria” ter sido 20%. Se você for à igreja toda semana, você faltou na quarta-feira. A religião escraviza, odeia as pessoas. Requer que você trabalhe pra se sentir amado ao invés de viver a partir do amor.

Os sintomas dessa doença são:

1-Você sempre se sente culpado independentemente do quanto você se esforce.

2-Sua identidade é totalmente ligada ao que você faz, e não a quem você é.

3-Quando você não está fazendo alguma coisa você se sente culpado.

4-Você julga a performance dos outros e fica se comparando.

5-Você está sempre atarefado e se sente constantemente exausto.

6-No fundo você sempre pensa que se você tivesse dado/feito mais ou sacrificado mais, você teria sido feliz.

7-Sacrifício é seu maior valor e você não sabe o que é ser apaixonado.

8-Você se sente culpado quanto você está se divertindo.

9-Você se sente mal quando gasta dinheiro em coisas que você gosta mas que não são “espirituais”.

10-Você nunca está realmente feliz ou realmente já se sentiu amado.

11-Se você deixa de fazer uma das suas “disciplinas espirituais” você se sente como se algo terrível fosse acontecer com você.”

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Só gostaria de pontuar uma coisa, o Reino de Deus nos exige decisão a partir do amor assim como o texto fala. Temos de tomar cuidado com o extremo que pode nos levar à uma vida sem responsabilidade com a missão e com a igreja.
Assim como Jesus muitas vezes fez o que não queria fazer pela causa que lhe era designada, mas por amor fez. A renúncia apaixonada da nossa vontade que extrapola os sentimentos de egoísmo e autopreservação é maravilhosa.
No Amor de Jesus,
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A Graça de Deus

Graça de Deus, Maravilhosa Graça, A Graça, Graça, Reino e SacerdoteNeste video o irmão Ed René Kivitz faz uma reflexão muito interessante sobre a graça de Deus. O vídeo mexeu muito comigo pois confirmou algo que eu já acreditava. Ed René conseguiu resumir isso em 6 minutos e pouco. Ele fala que a religião é um conjunto de crenças e práticas em que nos relacionamos com um ser superior, com esse ser desenvolvemos uma relação de obrigações e benefícios. Por exemplo: Se fazemos o que Deus quer que façamos ele nos abençoa se não fazemos o que ele quer ele nos amaldiçoa.

Todos os sistemas religiosos funcionam assim.  A mentalidade é: faço algo para um ser superior na expectativa que ele me abençoe. Essa mentalidade gera culpa, medo e estimula a ganância. Uma mentalidade idólatra. O Evangelho de Jesus Cristo é a superação desta mentalidade. A graça de Deus supera esta mentalidade de uma religião que escraviza.

Comenta aí. Vamos conversar.

No amor de Jesus,

Pedro Quintanilha ><>