Esferas de Influência em Nossa Sociedade

Nota

7areas da sociedade

Há 7 instituições consideradas pilares da sociedade: a família, a igreja, o governo, as empresas (a economia, os negócios), as artes, os meios de comunicação e a academia (educação).

Cada pilar ou instituição contribui para o caráter e a estabilidade (ou instabilidade) de uma sociedade.

A saúde da família e do casamento, e a reverência para com eles, são críticos para o caráter de uma sociedade, como comprovamos diariamente em nossa cultura decadente.

A igreja como Sal e Luz (mt5:13-16), deve apoiar, influenciar e impactar a sociedade proclamando a verdade de Deus e exibindo o caráter divino, tanto para crente como para não crentes.

O governo é instituído para influenciar e controlar a dispensasão de justiça nas interações humanas.

As empresas são os instrumentos para criação de riquezas e, portanto, provêem o motor econômico para os outros pilares.

As artes expressam a natureza criativa e celebrativa da humanidade, assim como a recebemos do nosso Deus Criador, tanto influenciando como refletindo a sociedade em geral.

A mídia englobam os meios de comunicação, eletrônicos e impressos, os quais exercem uma clara influência em qualquer sociedade.

A academia, educação da próxima geração, é pilar último e exerce uma profunda influência nos valores e comportamentos de uma sociedade.

Cada um desses pilares estão relacionados uns com os outros e juntos são a expressão completa da cultura que deve refletir a realidade do Reino de Deus.

Ser influencia e poder de alguma forma tocar essas áreas trazendo a realidade do céu para terra é o meu desafio.

No amor de Jesus,

Pedro Quintanilha ><>

Adaptado do livro Negócios como missão.

#tempodefrutificar.

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Cada Dia Um Novo Ano – Por Guillermo Lóssio

novo-ano

 

Esse texto foi escrito por um querido amigo o Guillermo Lóssio e acredito ser oportuno para esse novo ano que se inicia leia e reflita.  – Pedro Quintanilha ><>

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A Cada final de ano nos enchemos de expectativa e ficamos na espera que coisas novas aconteçam, na realidade o final de ano enche-nos de nostalgia e esperança de que as coisas poderão ser melhores.

Logo aparecem as profecias que são especificamente para esse ano, deixando muitas vezes as que já foram entregues e não se cumpriram no ano que passou.

Ano novo,  vida nova, é um conceito desejado por muitos, mas em realidade nosso destino não esta estabelecido no que esta por vir, nosso futuro não se cria no futuro, ele é conseqüência de nosso passado e presente. Se entendermos os tempos nós marcaremos o tempo.

Nosso destino não esta fundamentado em “guias proféticas” nem palavras entregadas, nosso destino está estabelecido no que foi feito num passado, que marca meu presente e determina meu futuro, meu destino este estabelecido no que Jesus, o Cristo, realizou na cruz do calvário.

O que vai ter o outro ano será produto de minha posição presente, aprendendo e re-tomando nosso caminhar no passado, restaurando e restituindo os erros e falhas, aprendendo de outros, melhorando minhas conquistas e alcances, subindo passo a passo na escada da vida, propondo-me a servir mais, a entregar-me mais do que me entreguei, a caminhar mais longe do que cheguei, a ser uma ferramenta de melhora para alguém, a me colocar a disposição para ser um dos tantos que Deus usa em coisas grandes, a poder dizer para muitos conta comigo, a ser um verdadeiro amigo, melhor pai, melhor mãe, melhor filho (a), melhor esposo (a) melhor cristão.

Recebendo cada dia como um passo a mais para alcançar resultados extraordinários sem perder a mira no que vem depois, a entender que eu sou só uma parte de todo o que Deus tem para outros tempos.

Ao final o ano será um ano melhor porque aprenderei com meus erros, me fortalecerei nas minhas fraquezas, me preparei melhor, me relacionarei melhor, servirei com mais dedicação, vencerei o que me derrotou,  e me disponho a sair do meu mundo para integrar-me junto a outros, a projetos que vão mais alem de meu interesse.

Será um ano de inicio para alguns, e um ano de fim para outros, ciclos se abrirão, ciclos se fecharão, mas além de tudo será um tempo de maturidade por que aprendemos no passado do que devemos fazer e o que não devemos fazer isso nos fará mais fortes para continuar nossa jornada para o outro ano extraordinário.

Entenderemos o que Paulo -apóstolo- diz “certamente esquecendo o que ficou para trás me esforço para conquistar aquilo pelo qual eu fui conquistado por Cristo”

Assim poderemos caminhar em uma só meta, em um só pensamento cumprindo nossa missão entregada com responsabilidade e animo. Usando nosso passado para fortalecer meu presente e assim poder determinar meu futuro, para que tenha uma melhora constante no lugar onde estou localizado.

Completando o Mandato Cultural – Por Stephen McDowell

Como os Cristãos têm Ajudado a Estabelecer o Reino de Deus entre as Nações

Completando a Comissão

O Plano de Deus para a Humanidade

Qual é o propósito ou a missão do homem na terra? Os Cristãos com freqüência respondem a isto se referindo a Grande Comissão (Mateus 28:18-20), e com toda a razão, porem nos últimos anos um grande segmento da Igreja tem limitado o significado disto a conversão somente pessoal. Certamente a Grande Comissão inclui o Mandato

Evangelístico, de redimir o homem, mas também inclui o Mandato Cultural, o de redimir a terra.

Deus se tem revelado a Si próprio como o Rei da Criação quanto o Redentor da Humanidade. O Seu reinado sobre a criação se descreve nos capítulos iniciais da Bíblia. O propósito de Deus para o homem também é revelado no livro de Gênesis.

Para entendermos apropriadamente o plano de Deus para o homem devemos entender uma verdade fundamental declarada em Genesis 1:1 – a soberania de Deus. Deus declara a sua existência desde o principio. Ele declara que é o Criador, por isto Seu senhorio sobre a criação. Ele governa sobre toda a criação. “Os céus são os céus do Senhor… Todo o que quis tem feito” (Sal. 115:16, 3). Devido a que Ele é soberano, todos os homens são responsáveis perante Deus.

O primeiro livro, Gênesis, também ensina o aspecto distintivo do homem. O homem é feito a imagem de Deus (1:26-27); por tanto é único e distinto. O homem manifesta o principio da individualidade – no seu chamado e nas suas características. Todos nos temos um propósito geral comum, mas cada um tem um propósito específico distinto.

Deus lhe deu uma missão a Sua criação especial desde o principio – o Mandato Cultural ou de Domínio (vs. 28). Deus lhe deu ao homem a missão de senhorear sobre a terra, de tomar domínio. O Salmo 8:6 diz que somos feitos para governar sobre as obras das Suas mãos.

Deus criou o homem a Sua própria imagem e semelhança como o Seu vice-regente ou administrador para governar sobre a terra. Tristemente o homem caiu do propósito para o qual Deus o criou. Desta maneira, o homem perdeu tanto o seu íntimo relacionamento com Deus quanto a sua habilidade para governar apropriadamente a terra. O pecado não somente separou o homem de Deus, mas também produziu uma maldição e uma grande perda. O homem era incapaz de cumprir apropriadamente o mandato cultural.

A natureza redentora de Deus se faz evidente de ali em diante. O homem tinha caído de aquilo para o qual Deus o tinha criado h– tanto no seu ser quanto no seu agir.

Então Deus planejou redimir o homem e restaurar nele a autoridade e administração (mordomia) delegadas sobre a terra. Deus prometeu que a semente da mulher destruiria a serpente, Satanás (Genesis 3:15). Cristo foi aquela semente que veio para redimir o homem e reverter os efeitos da queda e a maldição. Ele devolveu ao homem a habilidade de cumprir a missão originalmente entregue a Adão, como também restaurou o relacionamento do homem com Deus.

A historia da redenção se desenvolve nas varias alianças que Deus estabeleceu com os homens. A entrega da lei no Pacto Mosaico também foi usada por Deus para impulsionar o Seu programa redentor. Naturalmente, o propósito redentor de Deus tem encontrado seu cumprimento final na Nova Aliança a través de Cristo, quem foi imolado e que pelo seu sangue Deus tem redimido os homens para si mesmo “de toda linhagem, língua, povo e nação” (Apocalipse. 5:9).

salvaçao em cristo

O Propósito da Salvação em Cristo

O propósito completo da salvação em Cristo não pode ser entendido a menos que entendamos o propósito original do homem. A salvação vai alem de fazer que o homem entre no céu. Inclui restaurar o homem a sua posição original. Cristo lhe trouxe ao homem a restauração do pacto que Ele tinha com Deus, da gloria que tinha de Deus, e do mandato de domínio. Jesus também trouxe o reinado e o governo do Seu Reino a toda a criação. Ele proclamou e demonstrou o evangelho do Reino (ou seja, o governo, justiça, verdade e paz de Deus em todas as áreas da vida).

A sua obra expiatória também reverteu a maldição devido à queda do homem. A maldição afeta aos indivíduos através da morte, as enfermidades, o cativeiro, etc., e por sua vez também afeta todas as esferas da vida. Cristo trouxe redenção aos indivíduos, mas também às instituições e a todas as esferas da vida (incluindo a lei, o governo, a educação, as artes, os negócios). A redenção é tão ampla como a abrangência do pecado.

O desejo de Deus, como Jesus nos ensinou a orar, é que o Seu reino venha e que a Sua vontade seja feita na terra como é feita nos céus. Temos sido redimidos com um propósito. Em Cristo temos sido restaurados a condição de filhos e estamos agora na posição de obedecer tanto o Mandato Cultural quanto o Mandato Evangelístico. Com respeito ao Mandato Cultural, Deus nos tem restaurado a mordomia. Através de Cristo somos chamados de volta ao propósito original de Deus – para viver a Sua imagem e para sermos “frutíferos e a aumentar em número, a encher a terra e dominá-la. Para senhorear sobre… todas as criaturas que se movem sobre a terra” (Genesis 1:28). Temos sido restaurados para servir a Deus como os seus vice-regentes sobre a terra.

As nações também são afetadas pela obra redentora de Cristo. Em Mateus 28:19 Jesus nos disse que fossemos e que fizéssemos discípulos de todas as nações. Matthew Henry disse que a intenção de isto é reconhecer as nações como nações Cristas. Atos 17:26 nos diz que Deus fez as nações e lhes prefixou os tempos e os limites de sua habitação, para que busquem a Deus.

As nações têm obrigações com Deus. George Washington resumiu muito bem as obrigações que as nações têm com Deus no documento Proclamação para um Dia de Ação de Graças, guardado a quinta-feira 26 de Novembro de 1789: “É a Obrigação de todas as Nações reconhecerem a Providencia do Deus Todo poderoso, obedecer a sua vontade, e ser agradecidas pelos seus Benefícios, e implorar humildemente a sua Proteção e Favor. ”

Necessitamos ver que a nossa comissão é grande e que vai muito alem da conversão de indivíduos, embora isto seja de primeira importância.

remir a terra, nosso mandato cultural

Redimindo a Terra

O Mandato Cultural nos chama para usar todos os nossos recursos para expressar a Sua imagem e semelhança na terra. Para cumprir este mandato requer de nos que descubramos a verdade através das ciências, apliquemos a verdade por meio da tecnologia, interpretemos a verdade através das artes e as letras (a área de humanidades: a literatura, a filosofia, etc.), estabeleçamos a verdade através do comercio e a ação social, transmitamos a verdade por meio da educação e as artes, e preservemos a verdade através do governo e a lei.

Historicamente os Cristãos têm estado na frente em cada uma dessas áreas. À medida que estes homens e mulheres têm sido fieis para cumprir o chamado em suas vidas e utilizar os talentos que Deus lhes deu, nessa medida tem contribuído enormemente para tomar domínio sobre a terra e estender os propósitos e o governo de Deus neste mundo.

Na parábola de Lucas 19:11-27 Jesus nos instrui em quanto a como deveríamos viver na terra enquanto esperamos, e ao mesmo tempo ajudamos a produzir, o Seu reino. Ele nos disse que “fizéssemos negócios com isto ate que eu voltar” (vs. 13). O isto são minas, o que certamente fala de um uso sábio do dinheiro, mas num sentido mais amplo representa os talentos, destrezas e habilidades que Deus tem dado a cada um de nos. Deus nos criou com um propósito. Deseja que trabalhemos como sócios com Ele para tomar domínio sobre a terra ao usarmos os talentos que nos tem dado. Estes talentos se expressam no negocio ou a obra a qual nos chamou. Nosso trabalho é uma parte vital do plano de Deus para nos e para as nações. À medida que formos fieis em trabalhar duro e em multiplicar o que nos tem dado, nessa medida estaremos participando em produzir o Seu reino sobre a terra e sendo uma benção para as nações.

Podemos aprender muito em como discipular hoje as nações a partir dos exemplos dos Cristãos que Deus tem usado ao longo da historia. Seguidamente mencionaremos alguns Cristãos que tem contribuído em cumprir o mandato cultural ao fazer negócios com os talentos que Deus lhes deu em vários campos. Uns poucos destes pioneiros são examinados brevemente para que possamos aprender e sermos inspirados por seus exemplos.

Se quiser continuar estudando sobre o assunto recomendo ler Tocar o Céu e Transformar a TerraResgatando a Cosmovisão Bíblica e dá uma olhada nas dicas de leitura que tem alguns livros ali muito bons que tratam desse assunto.

No amor de Jesus.

Pedro Quintanilha ><>

Stephen McDowell – Construindo Nações Com Base na Palavra de Deus

Assistam esses vídeos impressionantes do grande mestre Stephen McDowell, este camarada tem treinado milhares de pessoas ao redor do mundo sempre trazendo uma perspectiva completa sobre a vida fundamentada em uma cosmovisão bíblica. Nesses vídeos ele demonstra como podemos aplicar princípios da palavra de Deus para desenvolvermos um governo em uma nação. Agora eu quero ver alguém dizer que política é do diabo.

Nação livre, Libertando as nações, nação cristã

Stephen McDowell é o co-fundador da Fundação Providence e da Universidade Visão Biblica Mundial. Em 25 anos de trabalho integral com a fundação, Stephen tem viajado pelos Estados Unidos, assim como na Ásia, América do Sul, Austrália e África. Ele treinou milhares de pessoas em mais de 100 paises, prestou consultoria a numerosos lideres de governo, ajudou na confecção de documentos politicos e na fundação de partidos politicos, e ajudou a criar classes de estudo em varias igrejas. Escreveu e co-escreveu mais de 20 livros, incluindo Libertando as Nações e a Historia Providencial Americana.

No amor de Jesus,

Pedro Quintanilha ><>

Landa Cope Ministrando na Logoinha

Essa é uma ministração impressionante de uma mulher de Deus que sou fã.

Suas ministrações foram as que me colocaram em umas das primeiras crises a cerca do cristianismo e a fé cristã. Foram também algumas que me ajudaram a estruturar o pensamento sobre a visão do todo. Sobre a cosmovisão bíblica.

Assista o vídeo e tire suas próprias conclusões.

Baixe o livro modelo Social do Antigo Testamento escrito pela Landa. 

Obs: Não me responsabilizo pela que crise e pelas perguntas que você terá após assistir esse vídeo.landa_cope

No amor de Jesus,

Pedro Quintanilha ><>

A História dos 5 Homens

Existiam 5 homens:

historia dos cinco homens

O Primeiro Homem

O primeiro vivia no passado, pensava no que ele havia se tornado com base em suas antigas experiências e decepções. Este vivia a lamentar da vida e sempre achava que “naquele tempo é que era bom”.  Antigamente o mundo era diferente.

Ele não conseguia realizar nada, pois sempre tinha uma desculpa para tudo e essa desculpa era fundamentada em suas frustrações e vivia culpando seus antepassados que um dia foram, ricos e jogaram tudo fora.

O Segundo Homem

O segundo homem vivia no futuro, era o visionário, tinha sempre boas ideias pensava a frente de todos e quase sempre estava certo sobre seus apontamentos, porém vivia frustrado por não conseguir executar nada. Não conseguia por em prática suas ideias pois segundo ele suas ideias estavam sempre muito a frente do seu tempo.

Justificava sua inoperância com a falta de tecnologia ou ainda falta de capacidade das pessoas ao seu redor para executar seus planos mirabolantes, às vezes justificava também com falta de recursos financeiros para executar o que almejava e assim vivia uma vida com muitas ideias, recebendo tapinha nas costas, mas sem construir nada de concreto em sua vida.

O Terceiro Homem

O terceiro homem vivia do presente, carpe dien era seu lema.  Aproveitar a vida era o que lhe movia, movido por seus desejos e entregue à eles gastava todos seus recursos sem se planejar, afinal de contas o que será, será. “Amanhã posso estar morto” justificava ele.  Poupança pra que? Depois que morrer vou deixar tudo mesmo, não vou levar nada comigo. Essas sempre eram suas justificativas.

Sua falta de planejamento e de prudência o fazia errar muito, às vezes se machucava seriamente, vivia preso em dívidas e não conseguia construir algo concreto. Suas escolhas o levavam para uma vida frívola movida por seus sentimentos e vontades momentâneas.

O Quarto Homem

O quarto homem era diferente dos outros três, este construía o futuro no presente levando em conta o que aprendeu no passado. Esse era um homem aparentemente realizado, admirado por muitos, aparentemente um grande homem, era visto como um homem de sucesso. Empreendedor, construiu empresas, ajudou pessoas, tinha uma família exemplar. Superou seus traumas e cresceu na vida, mas lhe faltava o mais importante.

 O Quinto Homem

O quinto homem era bem parecido com o quarto, também construía o futuro no presente levando em conta o que aprendeu no passado, mas este tinha sua vida alicerçada na vontade de Deus. Não buscava em primeiro lugar suas realizações pessoais. Engraçado é que suas realizações pessoais acabavam acontecendo, mas a motivação do coração do quinto homem era agradar a Deus e isso lhe dava forças para crescer ainda mais, não digo crescer simplesmente no sentido financeiro, mas esse quinto homem era plenamente realizado porque pautava sua vida em uma palavra “por que Dele, por meio Dele e para Ele são todas as coisas”.

Ele entendia que o motivo de viver sua vida era para Deus, que o caminho pelo qual deveria caminhar em sua vida era o caminho de Deus e que a finalidade de toda sua vida era glorificar a Deus. Tudo isso fazia com o coração aberto para ouvir o Espírito Santo que habitava dentro dele e contava com o apoio da família de Deus na terra, homens e mulheres que foram recebidos por Cristo e o tinham como Senhor e irmão mais velho.

Meu desejo é ser esse quinto homem.

E você? Qual homem você tem sido?

No amor de Jesus,

Pedro Quintanilha ><>

Google Um deus?

Deus Google Reino e SacerdoteEstava ontem conversando com meu amigo Lucas Bessa, que para sorte dele também é meu cunhado, sobre o fato de muitas pessoas utilizaram o Google como aquele que detém todas as respostas que precisamos. Vejo isso como um sintoma de nossa sociedade digital a cada dia que passas as pessoas colocam suas esperanças em coisas palpáveis. Vejo uma certa “deusificação” (nem sei se esta palavra existe) do Google que está envolta em uma mítica, tudo que precisar saber o Google vai me mostrar.

Interessante que essa aparente onisciência e onipresença do gigante das buscas se desenrolam em quase que uma onipotência financeira que transformou o mundo e criou novos espaços, novos mercados. Onde inclusive eu estou inserido e desenvolvendo minha carreira, neste ambiente digital focando o marketing digital.

Porém algo que me faz pensar é saber que o “grande” Google ou até conhecido como o deus Google só consegue indexar (veja como o Google funciona) 10% de todo o conhecimento existente na internet, e é engraçado que a internet só possui 10% de todo o conhecimento da humanidade e mais engraçado ainda é que a Terra não é nem 10% do Universo. O Universo só tem 10% de matéria conhecida, o restante é o que os físicos chamam de matéria escura. Podemos dizer então que o Universo é o dízimo de Deus para a humanidade.

Acredito que fica claro que a comparação do Google com Deus não é só idiota como também ridícula.

Como podemos cogitar comprar com o Criador a criação de uma criatura?

Sei que essa reflexão pode parecer estranha para alguns, mas acredito que ela pode nos ajudar a enxergar um pouco a grandeza daquele que é o início e o fim. Deus Pai. O Altíssimo.

Que possamos nos desenvolver como filhos daquele que detém todo o conhecimento, todo o poder, está em todos os lugares, ama incondicionalmente e trata cada um em sua individualidade. Aquele que tem um plano eterno que vai ser cumprido quer você queira, quer não e que nos dá oportunidade de fazer parte desse plano cósmico maravilhoso, e ainda tem planos individuais e condicionais para cada um de nós.

Espero que tenha gostado.Comenta aí, desejo saber sua opinião.

No amor de Jesus,

Pedro Quintanilha ><>

A Fragilidade Dos Relacionamentos no Mundo Digital

Mundo Digital Reino e SacerdoteVivemos em um mundo globalizado e conectado. Conversamos sem conversar. Encontramos sem encontrar. Falamos sem tocar. Nossas amizades estão se tornando cada vez mais digitais e intangíveis. Temos perdido o passar tempo junto. Perdemos o antigo costume de nos sentar juntos aos fins de semana para simplesmente curtir o por do sol ou desfrutar de um tempo gostoso de conversas e alegria em baixo da sombra de uma árvore.

É engraçado eu estar refletindo sobre isso, pois como muitos que me conhecem já sabem que eu tanto trabalho como me divirto através da internet. Utilizo esse ambiente como um meio de cumprir o que acredito que fui chamado para fazer. Na verdade muito do que tenho tentado construir e desenvolver tem a base no marketing digital, na cultura digital, no próprio ambiente da internet, porém estou sendo levado a refletir sobre algo que infelizmente a internet ainda não pode substituir, e acredito que nunca irá substituir que é o um abraço apertado em um amigo querido, ou um tempo sentado em frente ao mar, um mergulho em um rio ou em uma cachoeira.  Desligar, desconectar são palavras que muitas vezes não fazem parte do meu vocabulário.

Percebo também que as amizades digitais são tratadas com uma fragilidade e volatilidade muito grande. Com um clique nós bloqueamos um “amigo”, excluímos do nosso perfil no Facebook, aparecemos off-line no Skype ou simplesmente não respondemos.

Não somos obrigados a interagir com quem não queremos por isso começamos a construir ao redor de nós uma fortaleza. Onde só me relaciono com quem gosta das mesmas coisas que eu isso acaba nos emburrecendo, pois afinal de contas é na diversidade que encontramos a criatividade é com a diversidade que podemos refletir, enxergar por outros ângulos.

Mundo digital as redes sociais Acho muito boa a oportunidade que a internet nos dá de encontrar e aproximar pessoas com os mesmos gostos que os nossos e nos relacionar com elas. O que critico é o fato de criarmos ao redor de nós essa casca que impede o relacionamento com aqueles que são diferentes e fato de tratarmos essas amizades, ou melhor, contatos de forma tão superficial.

Veja uma prova dessa fragilidade dos relacionamentos da internet nesse case de marketing digital.

Minha recomendação é que possamos desfrutar do ambiente da internet com o que ele tem de melhor a nos oferecer. Espero que não fiquemos fechados ou presos pelos nossos conceitos, mas possamos entender e refletir com base em uma cosmovisão bíblica. Devemos estar abertos a refletir sobre os diversos pontos de vista e construir amizades verdadeira que se estendam além do ambiente digital.

Importante lembrar que existem valores e princípios que são absolutos e estes são a base onde todo o pensamento e diversidade de pontos de vista precisam ser tratados e julgados.

Que possamos desfrutar mais da natureza e da vida, mesmo sem desconectar.

No amor de Jesus,

Pedro Quintanilha ><>

Seja também um Jovem Ponte sonhe com um Brasil melhor

Vídeo que fala sobre a perspectiva de crescimento e evolução  do Brasil. Jovens que tem trabalhado para ser influência e gerarem mudanças concretas onde vivem por meio de micro revoluções. Que sirva de inspiração para todos nós. Que possamos sonhar juntos e trabalhar por um Brasil melhor.

Veja meu sonho em: http://osonhobrasileiro.com.br/dreams/1532-pedro-quintanilha

Compartilhe o seu também. Eu quero saber qual é seu sonho!

No amor de Jesus,

Pedro Quintanilha ><>

Amar ou Não Amar o Mundo?

João fala para não amarmos o mundo nem aquilo que há no mundo pois quem ama o mundo não tem o amor do Pai, amigos do mundo são inimigos de Deus. O mesmo João fala sobre Deus que amou o mundo de tal maneira que deu seu filho (Jesus) para que todos os que cressem (mais do que acreditar, fala de obedecer) nesse filho não vão perecer, mas terão a vida eterna.

Parece que existe uma incoerência, pois em um texto ele fala para não amar o mundo e no outro fala que ele próprio amou o mundo, mas não existe. A diferença está em como esse amor se manifesta. Quando amamos o mundo querendo tirar dele aquilo que nos satisfaz isso é ruim ou seja vai contra Deus, mas quando amamos o mundo no sentido de dar a ele o que ele precisa que é mostrar quem é Deus, quem é Jesus e que seus princípios funcionam em tudo aí sim é legal.

O que quero dizer com isso é que nós não precisamos nos sentir acuados pelo mundo e por seu sistema, temos que lutar contra ele e nos defender dele sim, mas muito mais do que isso precisamos avançar em fé e nos posicionar nas verdades de Deus. A bola está com a Igreja e não com o diabo. Nós precisamos avançar e mostrar para as pessoas do mundo que eles podem viver uma vida baseada na verdade, que conselhos são bons, submissão é uma benção (não precisamos andar sozinhos), que podemos desenvolver amizades verdadeiras, viver livre do peso de ter que provar algo para sermos aceitos, que nossas profissões podem ajudar muitos, podemos viver livres do orgulho e de sofismas por causa da palavra e Deus.

Deus quer mostrar seu amor ao mundo e nos comissionou a discipular nações não vamos conseguir isso sem entender que somos filhos de Deus (identidade). Somos parte de um propósito eterno de restauração de toda a terra (finalidade) . Nossa esperança está fundamentada na promessa de que Jesus irá voltar para restaurar plenamente tudo, mas essa obra já começou em nós e na vinda do Reino que está hoje dentro de nós.

No amor de Jesus,

Pedro Quintanilha ><>