A História dos 5 Homens

Existiam 5 homens:

historia dos cinco homens

O Primeiro Homem

O primeiro vivia no passado, pensava no que ele havia se tornado com base em suas antigas experiências e decepções. Este vivia a lamentar da vida e sempre achava que “naquele tempo é que era bom”.  Antigamente o mundo era diferente.

Ele não conseguia realizar nada, pois sempre tinha uma desculpa para tudo e essa desculpa era fundamentada em suas frustrações e vivia culpando seus antepassados que um dia foram, ricos e jogaram tudo fora.

O Segundo Homem

O segundo homem vivia no futuro, era o visionário, tinha sempre boas ideias pensava a frente de todos e quase sempre estava certo sobre seus apontamentos, porém vivia frustrado por não conseguir executar nada. Não conseguia por em prática suas ideias pois segundo ele suas ideias estavam sempre muito a frente do seu tempo.

Justificava sua inoperância com a falta de tecnologia ou ainda falta de capacidade das pessoas ao seu redor para executar seus planos mirabolantes, às vezes justificava também com falta de recursos financeiros para executar o que almejava e assim vivia uma vida com muitas ideias, recebendo tapinha nas costas, mas sem construir nada de concreto em sua vida.

O Terceiro Homem

O terceiro homem vivia do presente, carpe dien era seu lema.  Aproveitar a vida era o que lhe movia, movido por seus desejos e entregue à eles gastava todos seus recursos sem se planejar, afinal de contas o que será, será. “Amanhã posso estar morto” justificava ele.  Poupança pra que? Depois que morrer vou deixar tudo mesmo, não vou levar nada comigo. Essas sempre eram suas justificativas.

Sua falta de planejamento e de prudência o fazia errar muito, às vezes se machucava seriamente, vivia preso em dívidas e não conseguia construir algo concreto. Suas escolhas o levavam para uma vida frívola movida por seus sentimentos e vontades momentâneas.

O Quarto Homem

O quarto homem era diferente dos outros três, este construía o futuro no presente levando em conta o que aprendeu no passado. Esse era um homem aparentemente realizado, admirado por muitos, aparentemente um grande homem, era visto como um homem de sucesso. Empreendedor, construiu empresas, ajudou pessoas, tinha uma família exemplar. Superou seus traumas e cresceu na vida, mas lhe faltava o mais importante.

 O Quinto Homem

O quinto homem era bem parecido com o quarto, também construía o futuro no presente levando em conta o que aprendeu no passado, mas este tinha sua vida alicerçada na vontade de Deus. Não buscava em primeiro lugar suas realizações pessoais. Engraçado é que suas realizações pessoais acabavam acontecendo, mas a motivação do coração do quinto homem era agradar a Deus e isso lhe dava forças para crescer ainda mais, não digo crescer simplesmente no sentido financeiro, mas esse quinto homem era plenamente realizado porque pautava sua vida em uma palavra “por que Dele, por meio Dele e para Ele são todas as coisas”.

Ele entendia que o motivo de viver sua vida era para Deus, que o caminho pelo qual deveria caminhar em sua vida era o caminho de Deus e que a finalidade de toda sua vida era glorificar a Deus. Tudo isso fazia com o coração aberto para ouvir o Espírito Santo que habitava dentro dele e contava com o apoio da família de Deus na terra, homens e mulheres que foram recebidos por Cristo e o tinham como Senhor e irmão mais velho.

Meu desejo é ser esse quinto homem.

E você? Qual homem você tem sido?

No amor de Jesus,

Pedro Quintanilha ><>

“Era uma Igreja muito engraçada … não tinha púlpito, não tinha nada.”

Por Tonho [excoordenador do UG -Min. Jovem do Portas Abertas]

Essa noite, eu tive um sonho de sonhador, sonhei com uma igreja esquisita. Ela não tinha muros, piso, púlpito, bancos ou aparelhagem de som. A igreja era só as pessoas. E as pessoas não tinham títulos ou cargos, ninguém era chamado de líder, pois a igreja tinha só um líder, o Messias. Ninguém era chamado de mestre, pois todos eram membros da mesma família e tinham só um Mestre. Tampouco alguém era chamado de pastor, apóstolo, bispo, diácono ou Irmão. Todos eram conhecidos pelos nomes, Maria, Pedro, Afonso, Julia, Ricardo…

Todos os que criam pensavam e sentiam do mesmo modo. Não que não houvesse ênfases diferentes, pois Paulo dizia: “Vocês são salvos por meio da fé. Isso não vem das obras, para que ninguém se glorie”, enquanto Tiago dizia: “A pessoa é aceita por Deus por meio das suas obras e não somente pela fé”. Mas, mesmo assim, havia amor, entendimento e compreensão entre as pessoas e suas muitas ênfases.

Não havia teólogos nem cursos bíblicos, nem era necessário que ninguém ensinasse, pois o Espírito ensinava a todos e cada um compartilhava o que aprendia com o restante. E foi dessa forma que o Agenor, advogado, aprendeu mais sobre amor e perdão com Dinorá, faxineira.

Não havia gente rica em meio a igreja, pois ninguém possuía nada. Todos repartiam uns com os outros as coisas que estavam em seu poder de acordo com os recursos e necessidades de cada um. Assim, César que era empresário, não gastava consigo e com sua família mais do que Coutinho, ajudante de pedreiro. Assim todos viviam, trabalhavam e cresciam, estando constantemente ligados pelo vínculo do amor, que era o maior valor que tinham entre eles.

Quando eu perguntei sobre o horário de culto, Marcelo não soube me responder e disse que o culto não começava nem acabava. Deus era constantemente cultuado nas vidas de cada membro da igreja. […] Normalmente era um churrasco feito no sítio do Horácio e da Paula, mas no sábado em que eu participei, foi uma macarronada com frango na casa da Filomena. As pessoas iam chegando e todos comiam e bebiam o suficiente.

Depois de todos satisfeitos, Paulo, bem desafinado, começou a cantar uma canção. Era um samba que falava de sua alegria de estar vivo e de sua gratidão a Deus. Maurício acompanhou no cavaquinho e todos cantaram juntos. Afonso quis orar agradecendo a Deus e orou. Patrícia e Bela compartilharam suas interpretações sobre um trecho do evangelho que estavam lendo juntas. Depois foi a vez de Sueli puxar uma canção. Era um bolero triste, falando das saudades que sentia do marido que havia falecido há pouco tempo. Todos cantaram e choraram com ela. Dessa vez foi Tiago que orou. Outras canções, orações, hinos e palavras foram ditas e todas para edificação da igreja.

Quando o sol estava se pondo, Filomena trouxe um enorme pão italiano e um tonelzinho com um vinho que a família dela produzia. O ápice da reunião havia chegado, pela primeira vez o silêncio tomou conta do lugar. Todos partiram o pão, encheram os copos de vinho e os olhos de lágrimas. Alguns abraçados, outros encurvados, todos beberam e comeram em memória de Cristo.

Acordei com um padre da Inquisição batendo à minha porta. Junto dele estavam pastores, bispos, policiais, presidentes, ditadores, homens ricos e um mandado de busca. Disseram que houvera uma denúncia e que havia indícios de que eu era parte de um complô anarquista para acabar com a religião. Acusaram-me de freqüentar uma igreja sem líderes, doutrina ou hierarquia; me ameaçaram e falaram: “Ninguém vai nos derrubar!”. Expliquei: “Vocês estão enganados, não fui a lugar nenhum, não encontrei ninguém ou participei de nada… aquela é apenas a igreja dos meus sonhos”.

Fonte: Pão e Vinho.

Reflita sobre isso. No amor de Jesus,

Pedro Quintanilha ><>

João no Corredor da morte

Irmãos essa ai é uma parábola que Deus me deu, estou postando aqui e espero que isso possa servir como uma estratégia para introduzir o evangelho aqueles que nao conhecem ainda, recomendo que copiem e imprimam para dar a alguns amigos nao crentes para que eles possam refletir, espero que gostem fiquem na paz ><> .

João era um homem condenado à morte, estava no corredor da morte esperando sua hora chegar, faltavam apenas alguns dias para dar adeus para sempre desta vida e morrer a morte eterna. Seus dias estavam contados, porém em uma tarde, um homem sorridente se aproxima da cela de João, seu nome Sr. JC, um homem simples trajando uma calça jeans, um tênis nike e uma camisa pólo branca.Ele se dirige ao condenado e começa a conversar:

– Olá João tudo bem?
– Claro que não está(responde João) não sabe que estou prestes a morrer, e a propósito como você sabe meu nome?
– Estava escrito em sua cela. (Responde o homem) É exatamente a respeito de sua morte que quero falar contigo, tenho uma proposta a lhe fazer.
– De que se trata?
– Bom eu me proponho a morrer em seu lugar, mas existe uma condição.
– Qual seria esta condição?
– Você terá que assumir a minha identidade após sair da cadeia, isso implica em fazer parte da minha família, ser meu representante por onde você andar e fazer tudo que eu faço.
– Bom, mas como vou poder assumir sua identidade se nen ao menos lhe conheço?
– Isso não será algo muito fácil provavelmente você demorará toda sua vida para ser como eu, mas será possível, pois eu deixei um livro em minha casa com todas as instruções que você irá precisar, e você também poderá se comunicar diretamente com o Meu amigo, ele te ajudará em tudo que precisar e minha família também poderá te ajudar nesta nova vida.
– Que amigo é esse e quem é a sua família?
– Você os conhecerá, se aceitar minha proposta, por enquanto chame-o de outro consolador e minha família chame de Eklesia.
– Mas isso será muito difícil, Não?
– Sim, mas é sua única chance.
– Parece que terei de morrer pra minha antiga vida, é isso?
– Exatamente, mas esse é o único jeito de se livrar da morte eterna.
– Mas eu irei morrer de qualquer jeito como me livrarei da morte?
– Se você aceitar a proposta de viver a minha vida, você irá morrer para este mundo, mas obterá a vida eterna. Será-lhe dada à verdadeira liberdade, a liberdade de você mesmo, será livre de sua antiga natureza João. Assim poderá viver pra sempre.

João a decisão está em suas mãos, à proposta está feita.

Se você estivesse no lugar de João qual seria sua escolha?
Este é o quadro de sua vida sem Cristo a proposta está feita, a escolha é sua.

“E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” Jo 8.32

Pense nisso.

Pedro Quintanilha ><>