Google Um deus?

Deus Google Reino e SacerdoteEstava ontem conversando com meu amigo Lucas Bessa, que para sorte dele também é meu cunhado, sobre o fato de muitas pessoas utilizaram o Google como aquele que detém todas as respostas que precisamos. Vejo isso como um sintoma de nossa sociedade digital a cada dia que passas as pessoas colocam suas esperanças em coisas palpáveis. Vejo uma certa “deusificação” (nem sei se esta palavra existe) do Google que está envolta em uma mítica, tudo que precisar saber o Google vai me mostrar.

Interessante que essa aparente onisciência e onipresença do gigante das buscas se desenrolam em quase que uma onipotência financeira que transformou o mundo e criou novos espaços, novos mercados. Onde inclusive eu estou inserido e desenvolvendo minha carreira, neste ambiente digital focando o marketing digital.

Porém algo que me faz pensar é saber que o “grande” Google ou até conhecido como o deus Google só consegue indexar (veja como o Google funciona) 10% de todo o conhecimento existente na internet, e é engraçado que a internet só possui 10% de todo o conhecimento da humanidade e mais engraçado ainda é que a Terra não é nem 10% do Universo. O Universo só tem 10% de matéria conhecida, o restante é o que os físicos chamam de matéria escura. Podemos dizer então que o Universo é o dízimo de Deus para a humanidade.

Acredito que fica claro que a comparação do Google com Deus não é só idiota como também ridícula.

Como podemos cogitar comprar com o Criador a criação de uma criatura?

Sei que essa reflexão pode parecer estranha para alguns, mas acredito que ela pode nos ajudar a enxergar um pouco a grandeza daquele que é o início e o fim. Deus Pai. O Altíssimo.

Que possamos nos desenvolver como filhos daquele que detém todo o conhecimento, todo o poder, está em todos os lugares, ama incondicionalmente e trata cada um em sua individualidade. Aquele que tem um plano eterno que vai ser cumprido quer você queira, quer não e que nos dá oportunidade de fazer parte desse plano cósmico maravilhoso, e ainda tem planos individuais e condicionais para cada um de nós.

Espero que tenha gostado.Comenta aí, desejo saber sua opinião.

No amor de Jesus,

Pedro Quintanilha ><>

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Livro – Quando o Céu Invade a Terra

Livro Quando o Céu Invade A Terra Bill Johnson - Reino e Sacerdote

Este livro desafia todo cristão a caminhar em sinais e maravilhas sobrenaturais como parte natural da vida cotidiana.
É verdadeiramente possível para os seres humanos caminhar no sobrenatural, e Cristo veio para nos mostrar o caminho. É por intermédio da redescoberta de nossa verdadeira identidade nele que podemos começar a mover-nos nas promessas de Deus quando o assunto é milagres.

Partindo de um fundamento bíblico, cuidadosamente elaborado, Quando o céu invade a terra fornece todo o equipamento que precisamos para experimentar o milagre de Deus todos os dias.

Nota do Pedro:

É um livro inspirador, contém muitos testemunhos edificantes que confrontam o estilo de vida teorico/filosófico. Nos chama a prática e demonstra a realidade do sobrenatural fora das quatro paredes dos locais de reunião da igreja.

Bill Johnson relata um pouco de sua história conta sobre a vida dos alunos de sua escola de ministério e como eles não estão conformados com a situação do mundo atual, acreditam que podem mudar as coisas através de um posicionamento de vida baseando em pureza e poder.

Através de um caráter transformado sendo exemplo de honra e amor para a sociedade e poder sobrenatural que vem da parte de Deus por meio do Espírito Santo que transforma situações. Milagres como Jesus fazia são acessíveis a nós hoje.

Bill Johnson declara e conta relatos de pessoas que têm experimentado desse poder em suas vidas e têm desfrutado de mudanças em diversos níveis, seja com curas, milagres de provisão e multiplicação. Muito Legal. Recomendo.Nota 4.

No amor de Jesus,

Pedro Quintanilha ><>

Desintoxicação Sexual – Conselhos aos Jovens Solteiros

Desintoxicação Sexual - Um guia para o jovem solteiro - Reino e SacerdoteAcredito que ajudará aos Jovens solteiros encontrarem forças e um caminho e liberdade. Meu desejo é que encontrem o escape oferecido pelo Espírito Santo e que se desenvolvam em santidade. Não parem de lutar! Existe esperança! É possível! Creia no amor de Jesus, busque o Senhor. Pedro Quintanilha ><>.

Segue Introdução do livreto:

Não é fácil ser um jovem rapaz hoje em dia. Talvez nunca tenha sido fácil, mas atualmente os
desafios que os jovens que querem se manter santos enfrentam parecem ser mais difíceis do que nunca. Você vive em um tempo em que a cultura parece estar toda entregue ao sexo. Ele está sempre ao seu redor e você mal consegue evitar sua sedução.

Aonde quer que você vá, você é encarado pelas tentações e, se você for igual à maioria dos
garotos, já começou a ceder a elas. Talvez você tenha acabado de começar a olhar pornografia, talvez você já esteja nisso há vários anos. Talvez você esteja lutando contra a masturbação, desejando não se dar este prazer, mas talvez tenha descoberto que é muito mais difícil parar do que você um dia imaginou. Talvez você tenha descoberto que, mais do que nunca, o sexo está enchendo a sua mente e impactando o seu coração.

Esse livreto é especialmente designado para homens jovens – aqueles que ainda não são
casados, mas que esperam casar-se no futuro. Talvez você não esteja namorando ou talvez você já tenha encontrado a mulher dos seus sonhos e já esteja perto de casar-se e construir uma vida juntos. Talvez a mulher dos seus sonhos pareça estar ainda muito longe. Não importa sua situação, eu quero usar este pequeno guia para ajudá-lo a descobrir o plano de Deus para o sexo e para a sexualidade.

Eu quero ajudá-lo a encontrar as mentiras em que você acreditou sobre o sexo e quero ajudá-lo a substituí-las pela verdade, que vem diretamente de Deus, que criou o sexo para nós.

TIM CHALLIES

A Fragilidade Dos Relacionamentos no Mundo Digital

Mundo Digital Reino e SacerdoteVivemos em um mundo globalizado e conectado. Conversamos sem conversar. Encontramos sem encontrar. Falamos sem tocar. Nossas amizades estão se tornando cada vez mais digitais e intangíveis. Temos perdido o passar tempo junto. Perdemos o antigo costume de nos sentar juntos aos fins de semana para simplesmente curtir o por do sol ou desfrutar de um tempo gostoso de conversas e alegria em baixo da sombra de uma árvore.

É engraçado eu estar refletindo sobre isso, pois como muitos que me conhecem já sabem que eu tanto trabalho como me divirto através da internet. Utilizo esse ambiente como um meio de cumprir o que acredito que fui chamado para fazer. Na verdade muito do que tenho tentado construir e desenvolver tem a base no marketing digital, na cultura digital, no próprio ambiente da internet, porém estou sendo levado a refletir sobre algo que infelizmente a internet ainda não pode substituir, e acredito que nunca irá substituir que é o um abraço apertado em um amigo querido, ou um tempo sentado em frente ao mar, um mergulho em um rio ou em uma cachoeira.  Desligar, desconectar são palavras que muitas vezes não fazem parte do meu vocabulário.

Percebo também que as amizades digitais são tratadas com uma fragilidade e volatilidade muito grande. Com um clique nós bloqueamos um “amigo”, excluímos do nosso perfil no Facebook, aparecemos off-line no Skype ou simplesmente não respondemos.

Não somos obrigados a interagir com quem não queremos por isso começamos a construir ao redor de nós uma fortaleza. Onde só me relaciono com quem gosta das mesmas coisas que eu isso acaba nos emburrecendo, pois afinal de contas é na diversidade que encontramos a criatividade é com a diversidade que podemos refletir, enxergar por outros ângulos.

Mundo digital as redes sociais Acho muito boa a oportunidade que a internet nos dá de encontrar e aproximar pessoas com os mesmos gostos que os nossos e nos relacionar com elas. O que critico é o fato de criarmos ao redor de nós essa casca que impede o relacionamento com aqueles que são diferentes e fato de tratarmos essas amizades, ou melhor, contatos de forma tão superficial.

Veja uma prova dessa fragilidade dos relacionamentos da internet nesse case de marketing digital.

Minha recomendação é que possamos desfrutar do ambiente da internet com o que ele tem de melhor a nos oferecer. Espero que não fiquemos fechados ou presos pelos nossos conceitos, mas possamos entender e refletir com base em uma cosmovisão bíblica. Devemos estar abertos a refletir sobre os diversos pontos de vista e construir amizades verdadeira que se estendam além do ambiente digital.

Importante lembrar que existem valores e princípios que são absolutos e estes são a base onde todo o pensamento e diversidade de pontos de vista precisam ser tratados e julgados.

Que possamos desfrutar mais da natureza e da vida, mesmo sem desconectar.

No amor de Jesus,

Pedro Quintanilha ><>

Curiosidades sobre a Bíblia – Parte 2

Olá amigos do Reino e Sacerdote vejam mais algumas curiosidades sobre este livro que tanto nos edifica e transforma nossa vida dia-dia. Deixo um conselho leia a bíblia duas formas TODA e SEMPRE. Pedro Quintanilha ><>.

– Os livros de história cobrem metade do Velho Testamento
– Os livros de poesia cobrem um quinto do Velho Testamento
– Os Evangelhos ocupam quase a metade do Novo Testamento.
– O Pentateuco (os primeiros cinco livros escritos por Moisés) é quase do tamanho do Novo Testamento.
– O Antigo Testamento foi escrito em hebraico, com exceção de algumas passagens em Esdras, Jeremias e Daniel que foram escritas em aramaico.
– O Novo Testamento foi originalmente escrito em Grego.
– Existem, aproximadamente 2.800 línguas e 3.000 dialetos, mas a Bíblia já foi vertida, em parte, em 1.500 línguas e dialetos. A Bíblia inteira só está traduzida em cerca de 330 línguas.
– Inicialmente, os escritos da Bíblia não eram divididos em capítulos e versículos; a divisão em capítulos só veio a acontecer no ano 1250 d.C., pelo Cardeal Hugo de Sancto Caro, monge dominicano, que dele se serviu para a sua concordância com a Vulgata. Alguns pesquisadores atribuem essa divisão também a Stephen Langton, falecido em 1228. No ano de 1551, Robert Stephen fez a divisão em versículos, publicando a primeira Bíblia, assim dividida em 1555, a Vulgata.
– Em 1525, Jacob Bem Haim, na Bíblia Bomberg, em Veneza, tambémhavia dividido o Antigo Testamento em versículos.
– Nenhum dos livros da Bíblia recebeu qualquer título na época em foram escritos. Os títulos dos livros vieram muitos anos depois que os livros já estavam circulando.

No amor de Jesus

Pedro Quintanilha ><>

Ai, Ai, Ai não seja como o povo de Ai

Essa é uma reflexão com base nos capítulos 7 e 8 do livro de Josué. Se você não leu recomendo a leitura deles, só clicar em Capítulo 7 e Capítulo 8.

Vamos lá, Após Josué e o povo de Deus invadir Jericó e ter uma vitória espetacular. O povo de Israel sobe contra a cidade de Ai que era um povo bem menor que eles. Israel perde, mas perde feio.  São enxotados da cidade, postos em fuga. Por causa do pecado de Acã o povo perdeu essa batalha. Depois que se arrependeram montaram uma nova estratégia, voltaram e venceram o povo de Ai.

Sempre li esse texto com base no pensamento do povo de Israel sendo vitorioso sobre o povo de Ai. Porém hoje pela manhã comecei a refletir sobre a posição do povo de Ai em relação a esta guerra. Fato é que o povo de Israel era muito maior do que o povo de Ai, inclusive as escrituras deixam isso claro no relato da primeira batalha. Apesar de maior número e maior força do povo de Israel, o exército de Ai consegue vencer a primeira batalha.

Na minha opinião isso trouxe uma confiança exagerada para este povo, pois afinal de contas eles derrotaram e botaram para correr o exército de Israel.

Na segunda batalha o povo de Ai entra na luta com aquele sentimento de já ganhei. Acredito que isso fez com que eles não analisassem todos os pontos da situação que eles se encontravam, o povo de Israel arma uma emboscada para eles, remontam exatamente o mesmo cenário da primeira batalha. Como o povo de Ai já tinha passado por aquela situação e vencido, eles seguem os guerreiros de Israel e deixam sua cidade desprotegida. Então outra parte do exército de Israel que estava escondida invade e incendeia a cidade, dominando o território.

Muitas vezes somos como o povo de Ai, após vencermos alguma batalha nos enchemos de confiança e arrogância, quando vemos algo parecido a nossa frente nos lembramos daquela situação de vitória anterior. Aquele sentimento de já ganhei invade nosso ser e acabamos perdendo esta nova batalha por conta do sentimento da última vitória.

A derrota do povo de Ai nos ensina a enxergar cada batalha como única e que cada desafio deve ser tratado de forma séria, sem orgulho ou arrogância pelas vitórias passadas.

Espero que  durante os desafios e lutas que você encontrar pela frente, você se lembre do povo de Ai que se vangloriou e acabou gritando ai, ai, ai…

Sua atitude de arrogância e soberba pode custar um território que você lutou muito para conquistar.

Pense nisso.  Gostou? Comenta aí. Quero saber sua opinião.

No amor de Jesus,

Pedro Quintanilha ><>