Livro – Porque Você Não Quer Mais Ir à Igreja

Livro - Porque Você Não Quer Mais Ir à Igreja Wayne Jacobsen

Depois de toda uma vida dedicando-se à Igreja e ao caminho que sempre lhe pareceu o certo, Jake Colsen está diante de uma dolorosa dúvida: como é possível ser cristão há tanto tempo e, ainda assim, se sentir tão vazio?
Mas o amor divino está sempre a postos para transformar vidas. Observando uma multidão numa praça, Jake depara com João, um homem que fala de Jesus como se o tivesse conhecido e que percebe a realidade de uma forma que desafia a visão tradicional de religião.
Com a ajuda do novo amigo, Jake irá reavaliar os conceitos e crenças que norteavam seu caminho. Levar uma vida cristã significa ter os comportamentos aprovados pelo grupo religioso a que pertencemos?
A cada nova palavra de João, assistiremos ao renascimento de Jake em busca da verdadeira alegria e da liberdade que Cristo veio ao mundo oferecer. Na reconstrução da sua vida, perceberemos a ação do Deus de perdão e amor.

Nota do Pedro: Um romance  simplesmente transformador, tive um profundo sentimento de liberdade após a leitura deste livro. Os diálogos são recheados de princípios, nos dão a oportunidade enxergar a realidade da vida por outro ângulo. Quando o ativismo seja profissional ou religioso fazem com que nossa fé se perca e vai diminuindo acabamos caindo em uma rotina de medíocre e de diclíneo espiritual. Deixamos de viver a vida de Jesus. Passamos de um relacionamento real com o Cristo para viver uma religião morta motivada pela culpa, medo e pela ganância. Não perca a graça. Recomendo este livro a todos. Nota 5.

Veja o trecho do livro que mais gostei:

Jesus não tinha nada de muito especial. Poderia andar por esta rua hoje e nenhum de vocês sequer o notaria. Na realidade, talvez o evitassem, pois certamente ele destoaria de todos. Mas foi o homem mais gentil que já se conheceu. Era capaz de silenciar os detratores sem precisar erguer a voz. Nunca intimidou ninguém, nunca chamou atenção para ele mesmo nem fingiu gostar do que lhe fazia mal à alma. Era autêntico até o âmago de seu ser.

–Fez uma minúscula pausa. 

– E no âmago daquele ser existia um imenso amor.  

–Nova pausa.  

– E como ele amou!

– Seus olhos se distanciaram da multidão, parecendo perscrutaras profundezas do tempo e do espaço.

– A humanidade só descobriu o que era verdadeiramente o amor por intermédio dele. Mesmo os que o odiavam. Mas ele não discriminava ninguém, pois esperava que, de algum modo, pudesse fazer seus inimigos descobrirem que o amor é a essência e a realização máxima do ser humano. A multidão parecia paralisada ouvindo-o falar.

– Ninguém foi tão honesto quanto ele. Mesmo quando suas ações ou palavras expunham os aspectos mais sombrios das pessoas, estas não se sentiam envergonhadas. Ele lhes dava total segurança, pois suas palavras não indicavam o menor sinal de julgamento, eram simplesmente um chamado para a superação e o crescimento. Qualquer um podia confiar-lhe seus mais íntimos segredos. Se algum de vocês tivesse que escolher uma pessoa para ampará-lo em seu pior momento, gostaria que fosse ele. Jesus não desperdiçava o tempo zombando dos outros, nem de suas preferências religiosas.

– Olhou fixamente para os que, um momento antes, se atacavam.

– Se tinha algo para dizer, ele dizia e seguia seu caminho, deixando em você a certeza de ter sido intensamente amado. O homem se deteve, os olhos e a boca cerrados como se tentasse conter as lágrimas. Depois prosseguiu:

– Não se trata de sentimentalismo barato. Ele amava, realmente amava. Para ele não importava que fosse um fariseu ou uma prostituta, um discípulo ou um mendigo cego, um judeu ou um não-judeu. O amor dele estava disponível para qualquer um. A maioria o abraçava quando o via. Os poucos que o seguiam experimentavam um frescor e uma energia que nunca iriam esquecer. De alguma forma ele parecia saber tudo a respeito deles e os amava incondicionalmente.

O homem fez uma pausa e observou a multidão. Atraídas por suas palavras, umas 30 pessoas haviam parado para escutar, com o olhar fixo e as bocas abertas de espanto. Seu depoimento era tão convincente que ninguém poderia duvidar de sua força e autenticidade. As palavras brotavam do mais profundo da alma daquele homem.

– E, mesmo pregado na cruz – os olhos do homem se voltaram para as árvores que se erguiam acima de nós –, seu amor continuou se derramando sobre todos, sem distinção. Ao se aproximar da morte, depois de um grito em que expressava seu sentimento de abandono, ele entregou sua vida ao Pai, para nos resgatar de nossos pecados. Não houve momento mais belo em toda a história da humanidade. Seu flagelo se tornou o instrumento para que sua vida fosse compartilhada conosco. Não era um louco. Era o Filho do Deus amoroso que ele manifestou durante toda a sua vida e até o último suspiro.

Gostou?

Veja o Capítlo 1 Completo Aqui e Baixe de Graça se quiser:

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